Esporte no Brasil x EUA

Brasil, promessa?

Mesmo com a existência de campeonatos como o Mundial ou as Olimpíadas Universitárias, o esporte universitário no Brasil ainda é considerado amador. A participação da comissão brasileira nessas competições se dá com times formados por pessoas inscritas nas Universidades e que não necessariamente de fato estão estudando. Além disso, as universidades estão longe de oferecer a infraestrutura necessária para acolher atletas profissionais. Até mesmo alguns clubes no Brasil não fornecem o básico, o necessário, que vai desde equipamentos de treino até acompanhamento psicológico. Isso faz com que o esporte nacional seja pouco desenvolvido e aqueles que pretendem seguir carreira saiam do País.

Estados Unidos, REALIDADE!

Universidades americanas são a base do esporte nos Estados Unidos. O esporte é tratado como uma ferramenta para a educação, sendo aproveitado para a formação do profissional na sua plenitude. As notas são pré-requisitos para a participação no time universitário.

Essas instituições têm uma ferramenta incomum para atrair público: Nostalgia. Quem estuda em uma universidade cria identificação e vê no esporte um caminho para voltar a ela e reviver bons tempos e torcer pelos times da casa.

É impossível que um atleta queime a etapa universitária, ela é essencial para aqueles que querem se tornar profissionais.

São das ligas universitárias que saem atletas que disputam, e quase sempre vencem Jogos Olímpicos e Ligas Profissionais como, MLS ( Futebol), NFL (Futebol Americano) , NBA ( Basquete), MLB (Beisebol) e NHL (Hóquei).

O melhor exemplo de como as equipes profissionais se abastecem de jogadores universitários recém-formados é o DRAFT, processo de seleção que acontece anualmente em modalidades como basquete, futebol, futebol americano, entre outros.

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